"Acabei de chegar à uma conclusão, assim, do nada, sobre algo que venho pensando à muito tempo: “eu gostaria de viver um grande amor”. Sempre vivi uma briga interna entre achar que sou auto suficiente, mas sentir falta de algo (mais especificamente, alguém) que me completasse; e com essa briga interna eu ficava frustrada, pois parecia que eu estava traindo as minhas convicções, porque sempre preguei que não precisamos de ninguém para ser feliz, que EU nunca precisei de ninguém pra ser feliz, e de certo modo, é verdade!! Mas daí veio a grande revelação que acabou de me ocorrer, eu viveria sim, sozinha e bem, por todos os dias da minha vida se for preciso, mas eu tenho medo… Medo de nunca experimentar a grandeza de um verdadeiro amor, aquele que te tira do chão e te leva para as nuvens, mas também que te mantém em terra conectado à alguém, o amor companheiro, o amor para a vida toda. Não é exatamente o medo de morrer sozinha, mas o de nunca viver um sentimento assim… 
Sei que nem todas as pessoas estão destinadas ao verdadeiro amor, ou, talvez, acabem nunca o encontrando, passando toda a vida separados por um fio invisível, será que serei eu mais uma dessas pessoas? 
Não sei o que o me destino me reserva, só sei que, tenho medo…"
- Texto desorganizado de uma pessoa com mente e coração desorganizados. c-omplicad-o

versificar:

“Acho que é isso: crescer é descobrir que a gente sempre precisa da gente mesmo. E que somos capazes de suportar bem mais do que achávamos.”

Clarissa Corrêa.

(Source: inverbos, via versificar)

versificar:

“Eu acredito tanto na força do pensamento. Acho que quando a gente pensa e sente o bem ele acaba voltando. Em dobro, triplo, infinito. Não dá para ter pressa, mas dá para guardar aquela certeza no fundo do peito: as coisas boas acontecem, sim, para quem distribui o bem por aí.”

Clarissa Corrêa.

(Source: inverbos, via versificar)


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